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Escrivão: Você sabe o que ele faz?

O escrivão é um dos profissionais que atuam em delegacias policiais e possuem papel primordial no dia a dia dessas organizações. As vagas destinadas ao cargo, geralmente ocupadas pela aprovação em concurso público, são muito disputadas, uma vez que os salários são muito atrativos.

Mas, afinal, o que faz um profissional dessa natureza? Apresentamos a resposta abaixo, junto a outras informações relevantes referentes essa cobiçada profissão.

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Escrivão: Afinal, o que faz?

Conforme já apontado acima, o escrivão atua junto às delegacias de polícia, nas quais exerce um importante papel estratégico que garante a clareza dos procedimentos e a validade de inquéritos policiais. Seu trabalho é necessário tanto nas organizações da Polícia Civil quanto Federal.

Sua função é documentar e formalizar procedimentos referentes aos inquéritos, sendo que atua como um auxiliar direto do delegado, na medida em que conhece todos os trâmites burocráticos dos diversos setores empresariais.

Uma de suas principais atividades se refere à transcrição de depoimentos e outras informações relevantes à atividade policial que lhe é relatada. Portanto, é interessante que o profissional que deseje adentrar nesse mundo seja ágil e concentrado.

Contudo, as atividades desses profissionais não se limitam apenas à documentação e transcrição de documentos. Isso porque ele pode realizar indiciamentos e promover prisões em flagrante. Além disso, estão dentre as suas atribuições identificar e recolher assinaturas, assim como registrar a soltura de presos.

A elaboração dos boletins de ocorrência, popularmente conhecidos pela abreviação BO, também é de sua responsabilidade. Assim, ele transcreve as queixas e as concretiza em documentos que serão utilizados para investigações e processos judiciais futuros.

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Todos os dados que dizem respeito ao andamento de investigação também devem ser registrados pelo escrivão em livros oficiais da delegacia em que atua. O recolhimento de fianças, assim como de objetos, armas e documentos referentes ao inquérito são igualmente de responsabilidade desse profissional das delegacias.

Cabe a ele, ainda, também, que os autos de investigação (espécie de processo físico prévio ao envolvimento judicial) sejam devidamente transformados em documentos que possam efetivamente ser aplicados durante o inquérito policial.

A apuração dos fatos também está entre suas atividades na medida em que é responsável por ouvir partes envolvidas em um processo, registrando seus depoimentos e auxiliando seus colegas na interpretação deles.

O cumprimento de mandados de prisão e de apreensão de objeto ou pessoas são outras das atividades que incumbem ao profissional escriturário de uma delegacia. Nesse sentido, somam-se as ações referentes à promoção de intimações, citações e notificações, o encaminhamento das vítimas para a realização de exames de corpo de delito (feitas geralmente no IML).

Portanto, pode-se concluir que o escrivão é de muita utilidade dentro de uma organização policial, não sendo destinado, exclusivamente, à anotação e documentação de fatos, depoimentos e atos.

A organização profissional é essencial para que haja sucesso nas atividades prestadas pelo trabalhador dessa área. Outra habilidade que se destaca ao permitir maior desenvolvimento é o raciocínio lógico.

Quem pode trabalhar como escrivão?

Os escrivães são considerados servidores públicos, uma vez que prestam serviços para organizações de natureza pública referente à segurança. Dessa maneira, para que alguém possa prestar labor nessa condição é necessário que seja previamente aprovado em concurso público, assim como devidamente convocado para o preenchimento de vaga.

Por outro lado, são diversos os requisitos que devem ser preenchidos pelo profissional para que possa atuar como escrivão.

Primeiramente, é necessário que o candidato tenha idade mínima de 18 anos na data de posse da vaga, ou seja, quando ocorrer sua convocação, após aprovação em concurso, para ocupar o cargo.

Além disso, é preciso que ele seja brasileiro nato ou naturalizado. Pessoas com naturalidade portuguesa também podem atuar nessa profissão. Contudo, precisam estar amparadas pelo Estatuto da Igualdade entre Brasileiros e Portugueses.

Outro ponto relevante é que o candidato não pode ter qualquer antecedente criminal, bem como deve estar em dia com as suas obrigações eleitorais. Para candidatos homens, as obrigações militares devem estar igualmente em conformidade.

Ainda, é necessário que o candidato tenha ensino superior completo. Nesse viés, não existem cursos que permitem ou barrem o candidato, sendo necessário tão somente o diploma universitário. Entretanto, formação em Direito, Administração, Economia ou Psicologia podem apresentar algumas vantagens, uma vez que as questões dos concursos costumam ser voltadas a essas áreas.

Além dos conhecimentos gerais em língua portuguesa, língua inglesa, raciocínio lógico e atualidades, diversas questões dizem respeito à administração, ao direito e à legislação e aos direitos humanos.

Por fim, destaca-se que o concurso para escrivão não abarca apenas provas de conhecimento geral e específico, mas também testes de aptidão física e mental. Em caso de aprovação, deverá o profissional, ainda, submeter-se a um curso de formação especialmente voltada aos futuros escrivães.